TV PCB Pará - Documentário sobre Raimundo Jinkings
sexta-feira, 27 de julho de 2012
PCB apoia a divulgação da ANNCOL
PCB EXPULSA EM PERNAMBUCO OS QUE SE VENDERAM AO PSDB E FORAM PARA O PCdoB
(Não poderiam ter escolhido lugar melhor para abrigar seus interesses)
Recife, 25 de julho de 2012
Aníbal Valença
Secretário Político
Luciano Morais
Secretário de Organização
Aqui notícias relatando o apoio (vendido) do diretório municipal expulso: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2012/07/23/interna_politica,386622/elias-gomes-recebe-apoio-do-pcb.shtml
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Nota do Secretariado Nacional do PCB sobre as eleições no Amapá
Secretariado Nacional do PCB
Esta matéria transcrita abaixo, publicada no jornal O Globo, teve repercussão na nossa militância e na esquerda em geral. O artigo trata da flexibilização que o PSOL tem promovido em sua política eleitoral, que nos cabe respeitar.
Ocorre que o artigo, ao citar o PCB, não informa qual a posição do nosso Partido nas eleições de Macapá.
A política eleitoral adotada pelos camaradas do PCB Amapá foi indicada e aprovada por unanimidade pelo Comitê Central do Partido e respeita totalmente os parâmetros que estabelecemos para as alianças.
O PCB em Macapá tem candidatos apenas nas eleições proporcionais (à frente o camarada Nelson, atual vereador e membro do CC), em coligação única e exclusivamente com o PSOL, sem a presença nela de qualquer outro partido.
Os demais partidos citados na matéria, a rigor legendas para disputas eleitorais sem qualquer conteúdo político ou ideológico, participam da coligação na eleição majoritária, em apoio ao candidato a prefeito de Macapá pelo PSOL, Clécio Vieira.
Secretariado Nacional do PCB
FONTE: http://goo.gl/IBuhm
domingo, 22 de julho de 2012
Sai primeira pesquisa para prefeito de Belém
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Candidatura e coligações para a prefeitura de Belém
Olá camaradas
Para abrir este tópico um pequeno resumo dos candidatos e coligações para a prefeitura de Belém:
domingo, 1 de julho de 2012
PCB homenageia Raimundo Jinkings
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domingo, 24 de junho de 2012
CONTRA O MOVIMENTO GOLPISTA DA DIREITA PARAGUAIA E DO IMPERIALISMO
Nota política do PCB Nacional sobre o Golpe no Paraguay.
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terça-feira, 19 de junho de 2012
Homenagem do PCB à Raimundo Jinkings
A direção nacional do PCB resolveu homenagear um dos maiores quadros comunistas brasileiros Raimundo Jinkings, prestando merecida homenagem ao nosso querido dirigente histórico. Enquanto isso dirigente do PCB no Pará são completamente amnésicos em relação ao RA Jinkings. Vejam artigo abaixo:
CONVENÇÃO ESTADUAL PCB-SP
PLENO CR-SP CONVENÇÃO ESTADUAL DO PCB E ENTREGA DA MEDALHA DINARCO REIS A RAYMUNDO JINKINGS
O Comitê Regional do PCB de São Paulo (CR-SP) realizará, dia 23 de junho, a Convenção Estadual do Partido, ocasião em que serão definidos os candidatos a prefeito e vereador das diversas cidades nas quais o Partido estiver organizado, inclusive a candidatura majoritária e proporcional da cidade de São Paulo. Ressalte-se que todas as candidaturas deverão ser homologadas pelo Comitê Central.
O evento será realizado no Salão Tiradentes da Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jacareí, nº 100, 8º. Andar), das 10h00 às 13h00.
No período da tarde (das 15h00 às 17h00), será realizada a entrega da Medalha Dinarco Reis ao Camarada Raymundo Jinkings, membro do Comitê Central do PCB e um dos responsáveis pela resistência e reorganização do Partido no Pará e Amapá, falecido há 16 anos.
A cerimônia de entrega da medalha será realizada pelo Secretário-Geral do PCB, Ivan Pinheiro, e contará com a presença da companheira do Camarada Jinkings, Isa Jinkings, de familiares e amigos.
Todos os Camaradas do Estado, especialmente as Direções Municipais das cidades nas quais o Partido estiver organizado, deverão comparecer a este importante evento político, não só para bater o martelo sobre as candidaturas municipais, mas, especialmente, pela homenagem a um Camarada valente que dedicou toda a sua vida ao PCB.
Vale lembrar que no dia 24 de junho, a partir das 09h00, será realizada a reunião do Pleno do Comitê Estadual (CR-SP) na sede do PCB-SP, onde será debatido o planejamento do trabalho de direção para 2012. São Paulo, 05 de junho de 2012.
Edmilson Costa
Secretário Político PCB – SP --
Partido Comunista Brasileiro
Comite Estadual - SP (11)3106-8461 Leia Mais…
terça-feira, 12 de junho de 2012
porque blog não oficial do pcb no Pará?
Tem gente que não entende a diferença entre algo oficial e não oficial. neste blog publicamos artigos e tópicos sobre o PCB principalmente no Pará como uma forma manter as pessoas informadas sobre a história e a política do PCB por essas bandas. como uma forma de homenagear camaradas que se dedicaram ao partidão, preenchendo uma lacuna que o PCB oficial nunca buscou atender. Não tomamos decisões e nem falamos oficialmente pelo PCB.
PCB presente no lançamento da Pré-candidatura de Edmilson Rodrigues à prefeito de Belém
Este tópico é cópia de tópico do site somostodosedmilson.blogspot.com. Não significa que pcb tenha fechado posição.
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Pré-candidatura do PSOL
segunda-feira, 11 de junho de 2012
PCB nas eleições de Belém 2012
Nota no site de Fabrício Gomes - PSOL
PSOL, em Belém, aprova possibilidade de aliança com PCdoB, PV, PTdoB, PTN, PCB e PSTU.
No início da tarde de hoje, encerrou-se a Conferência Eleitoral do PSOL-Belém. Apenas 61% dos delegados votaram a favor da coligação com o PCdoB e PV, o que demonstra que a discussão interna não foi fácil.
Vários companheiros da APS – Ação Popular Socialista –, que durante as plenárias que elegeram os delegados se mostraram claramente contrários a essas alianças, mantiveram o acordo interno no qual deveriam se centralizar pela posição majoritária da corrente e votaram a favor do texto que prevê a aliança com PCdoB, PV, PTdoB, PTN, PCB e PSTU.
Dos 72 delegados credenciados, 03 não votaram; 42 votaram e apenas 27 votaram contra a aliança. Pelo visto, o Partido vem a Prefeitura com uma ferida exposta em razão desta decisão.
Fonte aqui
Nota do Jornalista Mauro Bonna:
Contribuição do PCB na construção do ensino público primário em Belém.
A INFLUÊNCIA DO PCB NA CONSTRUÇÃO DO ENSINO PÚBLICO PRIMÁRIO
DE BELÉM DO PARÁ DE 1945 a 1964
Maria José Aviz do Rosário
Universidade Federal do Pará (UFPA)
Professora do ICED-UFPA
mrosario@ufpa.br
RESUMO
domingo, 15 de janeiro de 2012
Coréia: Resposta de Silvio Pedro Rodrigues e Alex Lombello Amaral para o camarada Mazzeo
domingo, 5 de junho de 2011
PROTESTO DE INTELECTUAIS REVOLUCIONÁRIOS CONTRA A PRISAO NA VENEZUELA E ENTREGA AO GOVERNO COLOMBIANO DO COMANDANTE DAS FARC JULIÁN CONRADO
A prisão na Venezuela, com a colaboração da inteligência militar colombiana, do comandante Julián Conrado das FARC e a decisão do governo de Hugo Chavez Frias de entregar aquele destacado revolucionário ao governo neofascista de Juan Manuel Santos foi recebida a nível mundial com surpresa e indignação.
Os argumentos citados pelo governo venezuelano para justificar a medida (pedido da Interpol, acordos com Bogotá, etc, são inaceitáveis e mesmo ridículos). É chocante invocar a luta contra o terrorismo no âmbito de uma parceria com um governo narcotraficante como o de JMSantos, que pratica o terrorismo de estado como estratégia de poder. Com uma agravante: durante anos, o Presidente Hugo Chavez apelou para o reconhecimento das FARC como força revolucionaria beligerante. A nossa preocupação e indignação é tanto maior quanto o governo de Bogotá, segundo as agências noticiosas, estaria já estudando a possibilidade de atender a um eventual pedido de extradição do comandante Julián Conrado para os Estados Unidos.
Temos presente que a atitude assumida pela Venezuela se insere na continuidade de uma cooperação espúria com a polícia colombiana que se traduziu recentemente na entrega a Juan Manuel Santos do jornalista sueco Joaquin Perez Becerra, diretor da agencia ANNCOL, e de destacados combatentes das FARC.
Na esperança de que as autoridades venezuelanas libertem imediata e incondicionalmente o comandante Julián Conrado, os abaixo assinados – solidários com a Revolução Bolivariana- sublinham que as opções democráticas e progressistas do governo de Hugo Chavez são incompatíveis com o gesto que motiva o nosso protesto veemente.
Anita Leocádia Prestes – professora universitária, Brasil
Angeles Maestro, médica, dirigente partidária, Espanha
Annie Lacroix Riz, historiadora, França
Carlos Aznarez, jornalista, Argentina
Daniel Antonini, dirigente partidário, França
Domenico Losurdo, filósofo e professor universitário, Itália
Edmilson Costa, professor universitário e dirigente partidário, Brasil
Filipe Diniz, arquiteto, Portugal
Francisco Melo, editor, Portugal
George Gastaud, filósofo e dirigente politico, França
George Hage, ex deputado, França
Henri Alleg, escritor, França
Istvan Meszaros, filósofo e professor universitário, Reino Unido-Hungria
Ivan Pinheiro, advogado e dirigente político, Brasil
James Petras , sociólogo, professor universitário, EUA
Jean Salem, historiador, professor universitário, França
John Catalinotto, escritor e dirigente partidário, EUA
Jorge Figueiredo, economista, editor de resistir.info, Portugal
Jose Paulo Gascao, editor de odiario.info, Portugal
Jose Paulo Netto, professor universitário, Brasil
Leyla Ghanem, antropóloga e dirigente política, Líbano
Luciano Alzaga, jornalista, Argentina
Marina Minicuci, jornalista, Itália
Mauro Iasi, professor universitário e dirigente partidário, Brasil
Miguel Urbano Rodrigues, escritor, Portugal
Pavel Blanco Cabrera, dirigente politico, México
Pierre Pranchere, ex deputado, combatente da Resistência, França
Virginia Fontes, historiadora e professora universitária, Brasil
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
DERROTAR DILMA NAS RUAS
José Arbex Jr
Exatamente como aconteceu no dia 3 de outubro, 36 milhões de eleitores (número equivalente 27% do universo de 136 milhões de brasileiros qualificados para votar) preferiram não depositar o seu voto em qualquer candidato à presidência. Esse é, de longe, o dado mais significativo de segundo turno das eleições: 4,7 milhões anularam o voto, 2,5 milhões votaram em branco e 29 milhões se abstiveram. Dilma Rousseff foi eleita, portanto com apenas 41% do total de votos possíveis, ao passo que José Serra obteve 32% (isto é, ficou míseros 5 pontos percentuais acima dos votos não válidos e das abstenções).
Para um país onde o voto é obrigatório, os resultados revelam, no mínimo, que boa parte de população não deposita qualquer confiança ou entusiasmo nos dois candidatos. Os votos em Dilma tampouco demonstraram uma suposta força de “esquerda a direita” como alardeiam supostas lideranças da mais suposta ainda “esquerda”, já que boa parte dos votos foi carreada pela máquina coronelista do PMDB, com a preciosa ajuda de tradicionais esquerdistas do quilate de José Sarney e Michel Temer, e outra parte, ainda foi depositada pelo subproletariado cooptado pela distribuição das migalhas oriundas do assistencialismo estatal. Os votos em Dilma não refletem sequer o apoio do Partido dos Trabalhadores à sua candidatura. Dilma foi a “candidata do lula”, não do PT a presidência do país. Ela filiou—se ao PT apenas em 2001, não tem base partidária e foi guindada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à chefia da casa civil após a queda de José Dirceu, em 2005, em detrimento da opção por petistas “históricos”. Da mesma forma, Lula acertou “pelo alto” um acordo com o PMDB, assegurando-lhe o cargo de vice de Dilma (Michel Temer) e o apoio do PT à candidatura aos governos do Maranhão (Roseana Sarney) e Minas Gerais (Hélio Costa).
Os conflitos provocados no PT por essas medidas foram públicos, assim como as defecções que o partido sofreu a partir de 2003, incluindo a de petistas “emblemáticos” como Heloísa Helena, Marina Silva e Ivan Valente, entre outros. A capacidade de Lula impor a sua vontade ai PT decorre de uma combinação de múltiplus fatores: alianças internas entre grupos que formam a “máquina” do partido, controladas diretamente por ele; uma política de cooptação de militantes guinados a cargos públicos bem remunerados e o mais importante: o fortalecimento do “lulismo” descolado do PT.
O “lulismo” – do qual Dilma tornou-se imagem refratada – é, provavelmente, o fenômeno político e social mais importante e nefasto do cenário conjuntural brasileiro contemporâneo. Começou a adquirir uma forma nítida e concreta a partir de 1998, quando Lula, antes identificado com as grande greves do ABC, passou a se apresentar como “lulinha paz e amor” e a cortejar o voto do subproletariado – constituído por trabalhadores informais, sem carteira assinada, dispostos a aceitar salários miseráveis e condições indignas de trabalho -, com um discurso assistencialista (centrando no programa Fome Zero), ao mesmo tempo em que acenava para os banqueiros a disposição de aceitar as regras do jogo financeiro, compromisso consagrado pela “carta aos Brasileiros”,em 2002.
Em sua primeira gestão, Lula criou uma série de programas sociais destinados a atrair o subproletariado. No final de 2003, lançou o Programa Bolsa Familia (PBF), que hoje atende a 12 milhões de lares. Entre os milhões daqueles que votaram em Lula pela primeira vez em 2006, e os que elegeram Dilma agora, a maioria era composta por nordestinos de renda baixa, o público alvo por excelência do PBF. Combinado com o PBF, Lula manteve o controle da inflação, garantiu um aumento menor do preço da cesta básica nas regiões mais pobres, assegurou um ganho real de 25% no salário mínimo, criou o “crédito consignado” e outras medidas destinadas a expandir o financiamento popular. Além disso, lançou uma série de programas que beneficiam setores tradicionalmente marginalizados, como o Luz para Todos (de eletrificação rural).
Se a “distribuição real de renda” é cantada em verso e prosa pela “esquerda” lulista como “prova” de que seu governo tem “uma lado progressista”, a contrapartida é o fato de que Lula passou a governar com o apoio direto do capital financeiro, cujos lucros, sem precedentes na história do país, somam dezenas de vezes o total dos investimentos em programas sociais. A contrapartida é o apaziguamento de uma ampla camada conservadora da classe média que quer a “ordem” e a estabilidade, e o amor do subproletario, que vê no presidente um “igual” que “chegou lá” e está “ajeitando as coisas” para os mais pobres. Seu governo incorporou plenamente a noção conservadora que dispensa a organização da classe trabalhadora, pois um Messias conduz as reformas.
Mas para fazer isso Lula teve que “congelar”- principalmente, por meio da cooptação – os movimentos sociais, as principais lideranças sindicais do país e “rifar” o seu próprio partido, o PT, que hoje existe apenas como sombra do poder pessoal de um presidente que se coloca acima de todos os partidos. O “lulismo” significou, portanto, o abandono dos perspectivas de esquerda que estiveram na base da fundação do PT, as quais pressupunham uma elevação da consciência de classe por meio da luta política. Houve , ao contrario, um rebaixamento da consciência. Por essa razão é que o escândalo do “mensalão”, em 2005, não impediu a reeleição de Lula: ele tinha o apoio de uma camada da sociedade que não lê jornais e que não se sentiu afetada. Por esse mesmo motivo, não teve repercussões mais desastrosas as revelações. Às vésperas do primeiro turno de 2010, das maracutaias envolvendo Erenice Guerra, amiga intima de Dilma e sua substituta na casa civil.
O governo Dilma – o Lula do mundo bizarro – será, necessariamente, muito pior e mais caótico. Lula, ao menos, tem brilho próprio, controla a máquina petista e coloca-se acima da disputa entre as várias facções dos grupos burgueses (negocia, costura acordos e concilia com todos eles, e ainda faz a ponte com o senhores do Império). Dilma Roussef não é nada disso. Ela deve sua eleição a Lula, sem ter o seu carisma nem base organizada para sustentar o seu governo. Começa como refém do PMDB no congresso e comprometida até o pescoço com um programa de governo que significa a manutenção da total subordinação ao capital financeiro.
A única perspectiva real que sobre à esquerda brasileira é romper com a paralisia que a marcou durante os oito anos de Lula e passar à oposição ativa, mais ou menos como propunha a fórmula lançada pelo comitê central do PCB, logo após o primeiro turno: “Derrotar Serra nas urnas e depois Dilma nas ruas.” A primeira parte já se cumpriu.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A intentona golpista não passou, porque com povo encontrou
E os camaradas do PSOL ainda acham que não foi golpe!! Acorda PSOL!
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Equador
O Comitê Central da Juventude Comunista do Equador rechaça, de maneira firme e categórica, os trágicos fatos ocorridos em nossa pátria em 30/09. Iniciando sob a forma de uma suposta manifestação reivindicatória das tropas policiais, contrários aos cortes das bonificações sociais em seus salários, o evento terminou como uma clara tentativa de golpe de Estado, buscando destituir o Presidente da República Rafael Correa. Hoje, sabe-se que, dias atrás, circularam nos quartéis alguns pasquins que conclamavam os membros policiais e das forças armadas a levantarem-se contra o governo. Receberiam respaldo das oposição legislativa e da direita política equatoriana.
Assim, denunciamos ao povo e ao mundo que o verdadeiro orquestrador do acontecido ontem é o imperialismo. Há décadas o imperialismo vem penetrando nas forças policiais, através de organismos como a USAID e Projusticia, sob a alardeada máscara de “assistência técnica”. Inclusive, essa informação foi denunciada recentemente pelo Presidente Correa, na ocasião do bombardeio em Angostura por parte das forças militares colombianas. O imperialismo não perdoa.
Temos como exemplos o ocorrido na base de Manta e as constantes conspirações para deter o processo de transformações no Equador. Deploramos o falecimento das cinco pessoas (até o momento) e os mais de duzentos feridos nos graves acontecimentos de ontem. Deploramos os atos de saque ocorridos no porto principal. Não são outra coisa que as consequências da crise estrutural do capitalismo, que alcança, inclusive, a esfera dos valores.
No entanto, felicitamos o povo equatoriano. Uma vez mais demonstrou sua tradição de luta, seu desprezo às ditaduras e sua ânsia de avançar ao futuro de soberania plena, democracia autêntica e vida digna, materializadas numa sociedade de novo tipo. Felicitamos também a militância da Juventude Comunista. Foram os primeiros a se mobilizarem e defenderem o processo de transformações políticas que vive o Equador.
Com a mesma firmeza, conclamamos o povo equatoriano e as forças progressistas do mundo a estarem alertas frente às tramóias que fazem com nosso povo. É preciso retirar as melhores lições da jornada do 30 de setembro, permitindo dar um salto de qualidade e conteúdo ao processo equatoriano.
Fraternalmente: Comitê Central da Juventude Comunistas do Equador
Guayaquil, 1º de outubro de 2010.
http://jcecuador.org/noticia7.html
Tradução: Maria Fernanda M Scelza
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
MANIFESTO DO PCB/Pa EM APOIO A CANDIDATURA DO CAMARADA EDMILSON
Ter o camarada como provável Deputado Estadual é muito importante, pois, poderá ser um articulador fundamental nesse Estado para determinados setores organizados e excluídos em nosso Estado para o avanço de uma sociedade, justa, igualitária e socialista.
Portanto, e com esse pensamento que o partido comunista do Pará vem publicamente manifestar o seu apoio a candidatura a Deputado Estadual, Edmilson Rodrigues (50123).
NÃO VOTE INÚTIL. TOME PARTIDO NO PRIMEIRO TURNO. PCB 21
NÃO VOTE INÚTIL.
TOME PARTIDO NO PRIMEIRO TURNO.
ESCOLHA A MELHOR ALTERNATIVA DE ESQUERDA E NÃO O CAPITALISMO “MENOS RUIM”.
Nos últimos anos, os processos eleitorais caracterizam-se pela completa despolitização e o debate ideológico se apresenta como se só houvesse um projeto para a humanidade, o da burguesia. Cada vez mais as campanhas dos partidos da ordem baseiam-se em grandes produções midiáticas, em que buscam vender candidatos que melhor se apresentam para gerenciar a máquina pública em favor dos interesses capitalistas.
Nas eleições deste ano o quadro não é diferente. Em vários aspectos, há uma americanização da disputa eleitoral: a mercantilização crescente do processo leva à falsa polarização entre duas coligações representantes da ordem burguesa. As classes dominantes tentam impor ao povo brasileiro uma polarização artificial. Nenhum dos candidatos do sistema se propõe a enfrentar o grande poder dos bancos, das grandes empresas e do agronegócio. Mas o jogo midiático eleitoral os apresenta como adversários inconciliáveis. Para tanto, manipulam a opinião pública e excluem os partidos de esquerda nos grandes jornais e sobretudo nos espaços e debates na televisão.
Nesta conjuntura, torna-se fora de propósito a defesa do chamado “voto útil”, mais ainda em se tratando de uma eleição em dois turnos, que cria a oportunidade, no primeiro turno, do voto ideológico, do voto em quem se acredita de verdade, do voto no melhor candidato e não no “menos ruim”. A justificativa do voto útil não tem o menor sentido, menos ainda quando as pesquisas eleitorais apontam para a possível solução da disputa já no primeiro turno.
Agora, portanto, é hora do voto consciente. O voto da identidade da esquerda. O voto pelas transformações sociais. O voto para a construção de um futuro socialista em nosso país.
A esquerda não pode votar rebaixada neste primeiro turno. Em nome de nosso próprio futuro, é necessário reafirmar a identidade da esquerda e demonstrar o inconformismo com o capitalismo e a ordem burguesa.
Não se pode esquecer que nosso país se transformou no paraíso dos banqueiros e dos grandes capitalistas. Se o governo FHC implantou o neoliberalismo e alienou o patrimônio público, nunca esses setores lucraram tanto como no governo Lula, que aprofundou a reforma da previdência, implantou as PPPs, aprovou as novas leis das S/A e de falências, para favorecer o grande capital; que financiou o grande capital monopolista e o agronegócio, com juros baratos e dinheiro público; o mesmo governo que inviabilizou a reforma agrária tão prometida no passado.
Se as pesquisas estiverem corretas, serão mais quatro anos de governo para os ricos, com apenas mais algumas migalhas para os pobres e desta vez com Michel Temer de Vice e o PMDB com uma força inaudita.
Por isso, a esquerda tem a responsabilidade de reafirmar seu compromisso com as transformações sociais e a causa socialista.
Nesse sentido, o PCB, reconstruído revolucionariamente, por suas propostas, sua história, sua participação nas lutas sociais e seu internacionalismo militante, se apresenta com autoridade política para cumprir o papel de estuário do voto ideológico da esquerda que não se rendeu, do voto que pensa na frente de esquerda para além das eleições.
É o voto pela revolução socialista e em defesa das lutas dos trabalhadores no Brasil e em todo o mundo. O voto de repúdio à ação do imperialismo no planeta, de apoio aos povos e governos responsáveis pelas transformações sociais na América Latina, de solidariedade incondicional a Cuba Socialista, de apoio militante ao Estado Palestino.
Com sua coerência e firmeza, sem concessão na sua linha política em troca do voto, o PCB se credencia para contribuir na construção da Frente Anticapitalista e Anti-imperialista, a frente política e social que irá liderar o processo de transformações revolucionárias em nosso país.
Por entender que não está sozinho neste caminho, o PCB também compreende a importância do fortalecimento dos demais partidos da verdadeira esquerda nestas eleições. O voto na esquerda é fundamental para que se possa construir na prática o grande movimento político e social que irá desencadear o processo de mudanças no Brasil.
Não deixe que a direita escolha a “esquerda” por você. Escolha você mesmo. Resista à tentativa de esmagamento da verdadeira esquerda. Não vote inútil. Não escolha a forma de gestão do capitalismo. Vote útil, no socialismo.
Quem sabe faz agora, não espera acontecer.
Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2010.
Comissão Política Nacional – Comitê Central do PCB
domingo, 1 de agosto de 2010
CONSTRUIR O PODER POPULAR - AVANÇAR NA LUTA PELO SOCIALISMO
PCB - Partido Comunista Brasileiro
Comissão Política Nacional
Agosto de 2010
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